Archive for the ‘Curiosidades’ Category

PostHeaderIcon Compostos químicos que causam destruição do Ozônio

       “O recente aumento nos níveis de cloro e bromo estratosféricos é devido principalmente à emissão para a atmosfera de compostos orgânicos contendo cloro e bromo que são antropogênicos, isto é, produzidos pela atividade humana. Os compostos específicos responsáveis são aqueles que não têm um sumidouro troposférico, isto é processo de remoção natural. Após alguns anos sendo transportados pela troposfera, eles começam a difundir-se na estratosfera, onde finalmente sofrem uma decomposição fotoquímica por meio da radiação UV-C procedente do sol; como consequência dessas reações, seus átomos de halogênio são liberados.

        A variação na concentração total de átomos de cloro e bromo, expressa como o equivalente de cloro em termos de poder de destruição de ozônio, no decorrer do último meio século com projeção até o final do século XXI. O pico máximo de concentração equivalente , cerca de 4 ppb, ocorreu no final da década de 1990, sendo cerca de quatro vezes maior que o nível de metila e bromos de metila emitidos no mar.

    O recente aumento do cloro estratosférico é devido principalmente ao uso e à emissão de clorofluorcarbonetos, compostos que contêm flúor, cloro e carbono, e que são chamados de CFCs. Na década de 80, cerca de 1 milhão de toneladas foram emitidas por ano na atmosfera. Esses compostos são atóxicos, não-inflamáveis, não reativos e possuem propriedades úteis de condensação. Considerando essas características, foi encontrada uma grande variedade de utilização de usos. Existem vários CFCs de importância comercial, os mais conhecidos são os de nomenclatura 11 e 12.

     O CFC-12, que é puro, é gasoso a temperatura ambiente, mas é facilmente liqüefeito sob pressão. A partir de 1930 foi utilizado como fluido circulante em refrigeradores, substituindo os gases tóxicos amônia e dióxido de enxofre. O CFC-11, é um líquido que ferve próximo a temperatura ambiente. Ele foi usado para gerar os vazios em espumas moles, tais como almofadas, travesseiros e bancos para automóveis.

   Ambos, o CFC-12 e CFC-11, foram extensivamente empregados como propelentes em embalagens pulverizadoras de aerossóis. Devido a seu efeito sobre a camada de ozônio, esse uso foi praticamente eliminado ao final dos anos 70 nos EUA, Canadá, Noruega e Suécia. Contudo continuou em outras partes do mundo. Ao final da década de 80, esse uso constituiu cerca de um quinto do consumo mundial de CFCs, sendo a maior fonte individual de CFCs emitidos na atmosfera.

      Os CFCs não possuem sumidouro troposférico, portanto todas as suas moléculas atingem finalmente a estratosfera. Esse processo de transporte vertical na atmosfera não é afetado pelo fato de que a massa de tais moléculas seja maior que a massa molecular média do nitrogênio e oxigênio do ar, porque a força diferencial da gravidade é muito menor que aquela devido as colisões constantes com outras moléculas, que tornam aleatórias as direções até das moléculas pesadas.

       Por meio de tal transporte, as moléculas de CFCs migram finalmente para as partes médias e superior da estratosfera, onde existe radiação. Os CFCs absorvem componentes da luz solar. Pelo fato de o deslocamento vertical ser lento, seus tempos de vida atmosféricos são de 60 anos em média para as moléculas de CFC-11 e de 105 anos para os CFC-12. O CFC-11 é decomposto fotoquimicamente a altitudes menores que o CFC-12, tendo por maior capacidade destruir o ozônio em altitudes estratosféricas baixas, onde a concentração de ozônio é maior.”

FONTE: Química Ambiental – Baird C. / 2º Edição – Editora Bookman

PostHeaderIcon Airbag e reação de decomposição.

“Os airbags complementam a função dos cintos de segurança, agindo simultaneamente com o objetivo de reter o movimento dos ocupantes para frente em fortes colisões, eles fornecem uma proteção adicional reduzindo os riscos de ferimentos na cabeça e no tórax. O sistema de airbag envolve os seguintes mecanismos:

- Sensores localizados na parte frontal do veículo;

- Um dispositivo onde há substâncias químicas que reagem entre si quando recebem um impulso elétrico;

- Uma bolsa plástica que fica acondicionada dentro do ponto central do volante de direção.

Seu funcionamento ocorre da seguinte forma: ele é  formado por um dispositivo que contém a mistura química de NaN3 (azida de sódio), KNO3  (nitrato de potássio) e SiO2 (óxido de silício) ,que é responsável pela liberação do gás. Esse dispositivo está acoplado a um balão que fica no painel do automóvel e quando ocorre uma colisão (ou desaceleração), os sensores localizados no pára-choque do automóvel transmitem um impulso elétrico (faísca) que causa a detonação da reação a 300ºC. Alguns centésimos de segundos depois, o airbag está completamente inflado, conforme as reações:

1. NaN3 → 2 Na + 3N2
2. 10 Na + 2 KNO3 → K2O + 5 Na2O + N2
3. K2O + Na2O + SiO2 → silicato alcalino

A reação produz gás nitrogênio e silicato alcalino.

O nitrogênio molecular é libertado como um gás, que rapidamente enche o airbag. É no entanto necessário ter cuidado com o sódio, que é um metal muito reativo. Este reage rapidamente com nitrato de potássio, libertando mais nitrogênio molecular, óxido de sódio e óxido de potássio. Estes óxidos reagem com o óxido de silício formando-se vidro em pó.

O vidro formado é filtrado de forma a não entrar na almofada.  Em caso de colisão o nitrogênio molecular que é inerte, não reage,  portanto,  não é um perigo para o condutor e passageiros. Quase ao mesmo tempo que a almofada se enche começa a esvaziar de forma controlada, outra forma de amortecer o choque.”

fonte:

http://www.brasilescola.com/quimica/air-bag-reacao-decomposicao.htm

PostHeaderIcon Química do colesterol

“O colesterol é um composto orgânico classificado como esteroide lipídico, pois apresentam em sua estrutura três anéis de seis átomos de carbono e um anel de cinco átomos de carbono, é encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos animais. Em sua estrutura também encontra-se um grupo dos álcoois que pode ser secundário ou monoinsaturado.

O colesterol pode ser introduzido no organismo através da alimentação de produtos ricos em colesterol como a gema do ovo, os miúdos e os frutos do mar. E também pode ser produzido pelo próprio organismo no fígado a partir de gorduras saturadas ingeridas presentes em alimentos como queijos, creme de leite, bacon, carnes gordurosas.

O colesterol possui um aspecto gorduroso e é totalmente insolúvel em água. Portanto, ele é transportado de um tecido para o outro pelo plasma sanguíneo através das lipoproteínas plasmática, que são micelas esféricas.

Na parte interna ficam o colesterol e os lipídios, ou seja, insolúveis em água; e na parte externa da superfície ficam as proteínas, que possuem afinidade com água (hidrofílicas).

Existem vários tipos de lipoproteínas, e são classificadas de acordo com sua densidade: as duas principais utilizadas para diagnósticos dos níveis de colesterol são o LDL e HDL.

O HDL, “colesterol bom”, são lipoproteínas de alta densidade com cerca de 2% em massa de colesterol,  que são capazes de absorver os cristais de colesterol, que são depositadas nas paredes arteriais, retardando os processos de doenças cardíacas.

O LDL, “colesterol ruim”,  são lipoproteínas de baixa densidade com cerca de 8% em massa de colesterol livre,  são capazes de transportar o colesterol do fígado até as células de vários outros tecidos, o que significa que o colesterol irá se depositar em placas nas paredes no interior das artérias, engrossando e enrijecendo. Com o tempo, o fluxo sanguíneo nessas artérias será obstruído, causando doenças.

Os níveis saudáveis  de colesterol no organismo são:

 

  • Colesterol total: menos de 200 mg/dl.
  •  Colesterol LDL: mais baixo que 100 mg/dl.
  •  Colesterol HDL: acima de 50 mg/dl para mulheres e acima de 40 mg/dl para homens.

Por isso é necessário tomar cuidado com a alimentação e diminuir o consumo de gordura insaturada encontrada em carnes e laticínios. É necessário também, controlar a atividade física e não estar acima do peso, onde pode haver formação de depósitos de colesterol nas paredes das artérias.

O colesterol em condições controladas, é essencial ao organismo humano, pois é o principal percursor na formação da bílis (que ajuda na digestão de gorduras), é percursor também de hormônios e síntese de vitamina D e da membrana celular.”

Fonte:

http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/quimica-colesterol.htm

PostHeaderIcon Elementos Radioativos

Os elementos radioativos.

Rádio
Metal de símbolo Ra, número atômico 88, massa atômica 226,05, descoberto em 1898 por P. e M.Curie, é dotado de intensa radioatividade. O rádio é um metal alcalino terroso, que funde a 700 °C. Muito raro na natureza, é extraído da pechblenda. Desintegra-se com uma vida média de 1620 anos, produzindo uma emanação gasosa de hélio e de radônio. Esse último, também radioativo, transmuta-se no polônio que, por uma série de novas desintegrações, conduz finalmente ao chumbo 206. As radiações alfa, beta e gama emitidas pelo rádio são dotadas de grande poder bactericida e sua ação fisiológica acarreta a destruição dos tecidos e a suspensão da mitose, donde diversas aplicações terapêuticas (curieterapia).

 

 Radium – Periodic Table of Videos

Tório
Metal raro de símbolo Th, número atômico 90, massa atômica 232,038,branco, cristalino, de densidade 12,1, e que funde a 1700°C, aproximadamente, extraído da torita.

 

Urânio
Metal de símbolo U, número atômico 92, massa atômica 238,07, e densidade de 18,7, extraído do óxido de urânio. Último elemento natural da classificação periódica, o urânio foi isolado em 1841 por Péligot. Trata-se de um sólido cinza-ferro, que funde a 1800°C e se oxida facilmente. O óxido uranoso, ou urano, UO2, é um sólido negro, de propriedades básicas, a que correspondem os sais uranosos, verdes.

O anidrido urânico, UO3, alaranjado, é anfótero e produz, em reação comos ácidos, sais de uranila (pois contém o radical UO2). Tais sais são amarelos e dotados de fluorescência verde. O UO3 dá também, ao reagir com as bases, os uronatos, como o Na2UO4; este, incorporado ao vidro, resulta no vidro de urânio, que se torna fosforescente sob a ação de raios ultravioletas.

O minério de urânio mais importante é a pechblenda, ou uraninita, U3O8. Existem, todavia, muitos outros, que vêm sendo ativamente extraídos.

Foi no urânio que Henri Becquerel descobriu a radioatividade. O produto natural é uma mistura de três isótopos, entre os quais o U238, mais abundante, gerador da família do rádio, e o U235, gerador da família do actínio. Sob a ação de nêutrons, o urânio 238 pode transformar-se em plutônio, e o urânio 235 pode sofrer fissão nuclear.

Em virtude da baixa concentração do urânio em seus diversos minérios (em geral menos de 1%), os tratamentos metalúrgicos compreendem inicialmente uma concentração física e, depois, uma concentração química dos sais de urânio. Após a purificação do concentrado, o metal é elaborado, a partir do tetrafluoreto, por redução metalotérmica pelo magnésio ou pelo cálcio. É afinado por refusão à vácuo antes de enformado e tratado termicamente. O urânio é utilizado sobretudo como combustível nos reatores nucleares (barras, tubos, anéis); seja em estado puro, seja em liga como o molibdênio, ou ainda em compostos refratários (óxido, carboneto). Pode também ser enriquecido num isótopo físsil, principalmente pelo processo seletivo da difusão gasosa do hexafluoreto através de paredes porosas, ou pelo processo de ultracentrifugação.

Polônio
Metal de símbolo Po, radioativo, de número atômico 84, massa atômica 210, que acompanha geralmente o rádio.

Polonium – Periodic Table of Videos

 

Os Perigos da Radiação

A radiação danifica os tecidos vivos, de modo que as pessoas que trabalham com material radioativo devem se proteger. Os raios alfa e beta são absorvidos mais facilmente, mas os raios gama são muito mais penetrantes. Os elementos de núcleo atômico alto absorvem melhor os raios gama, em comparação com os de baixo número atômico. A radiação em excesso pode causar câncer, a multiplicação acelerada e desenfreada de células de certas regiões do corpo. Os efeitos biológicos da radiação são diversos, entre eles o desenvolvimento de tumores, leucemia, queda de cabelo, redução na espectativa de vida, indução à mutações genéticas, malformações fetais, lesões de pele, olhos, glândulas e órgãos do sistema reprodutivo.

Tipos de Radiação

Existem três tipos de radiação: alfa, beta e gama. Becquerel, Ernest Rutherford, da Nova Zelândia, e Marie e Pierre Curie, da França, foram os responsáveis pela sua identificação.

Quando submetemos as emissões radioativas naturais, por exemplo do polônio ou do rádio, um campo elétrico ou magnético, notamos a sua subdivisão em três tipos bem distintos. Veja a figura abaixo:

 

A emissão que sofre pequeno desvio para o lado da placa negativa foi denominada emissão alfa.

A que sofre desvio maior para o lado da placa positiva foi denominada emissão beta

A que não sofre desvio foi chamada de emissão gama

 

Radiação Alfa

Os raios Alfa tem uma carga elétrica positiva. Consistem em dois prótons e dois nêutrons, e são idênticos aos núcleos dos átomos de hélio. Os raios alfa são emitidos com alta energia, mas perdem rapidamente essa energia quando passam através da matéria. Uma ou duas folhas de papel podem deter os raios alfa. Quando um núcleo emite uma partícula alfa, perde dois prótons e dois nêutrons. Por exemplo, a radiação alfa ocorre no U238um isótopo do urânio que tem 92 prótons e 146 nêutrons. Após a perda de uma partícula alfa, o núcleo tem 90 prótons e 144 nêutrons. O átomo com número atômico 90 não é mais o urânio, mas o tório. o isótopo formado é o 12Th234.

 

1- As partículas alfa são núcleos de hélio. Consistem em dois prótons e dois nêutrons que se comportam como uma partícula única.

2- O núcleo do rádio, no qual prótons e nêutrons se unem para formar uma partícula alfa.

3- A partícula alfa é emitida pelo núcleo.

 

Radiação Beta

Alguns núcleos radioativos emitem elétrons comuns, que tem a carga elétrica negativa. Há os que emitem pósitrons, que são elétrons positivamente carregados. As partículas beta se propagam com velocidade quase igual à da luz. Alguns podem penetrar mais de 1 cm de madeira. Quando um núcleo emite uma partícula beta, também emite um neutrino. Um neutrino não tem carga elétrica e quase não tem massa. Na radiação de partículas beta negativas, um nêutron no núcleo transforma-se em um próton, um elétron negativo e um neutrino. O elétron e o neutrino são emitidos no instante em que se formam, e o próton permanece no núcleo. Isto significa que o núcleo passa a conter mais um próton e menos um nêutron. Por exemplo, um isótopo de carbono, o 6C14, emite elétrons negativos. O C14, tem oito nêutrons e seis prótons. Quando se desintegra, um nêutron se transforma em um próton, um elétron e um neutrino. Após a emissão do elétron e do neutrino, o núcleo contém sete prótons e sete nêutrons. Seu número de massa permanece o mesmo, mas seu número atômico aumenta de um. O elemento com número atômico sete é o nitrogênio. Assim, o 6C14 transforma-se no 7N14 após a emissão de uma partícula beta negativa.

Quando o núcleo emite um pósitron, um próton do núcleo transforma-se em um nêutron, um pósitron e um neutrino. O pósitron e o neutrino são emitidos no mesmo instante da sua formação, e o nêutron permanece no núcleo. Um isótopo de carbono, o 6C11, emite pósitrons. O C11 tem seis prótons e cinco nêutrons. Quando emite um pósitron, um próton se transforma em um nêutron, um pósitron e um neutrino. Após a emissão do pósitron e do neutrino, o núcleo contém cinco prótons e seis nêutrons. O número de massa permanece o mesmo, mas o número atômico cai de um. O elemento de número atômico cinco é o boro. Assim, o 6C11 transforma-se no 5B11 após a emissão de um pósitron e de um neutrino.

 

 

1- As partículas beta são elétrons em alta velocidade emitidos por certos átomos radioativos.

2- Os elétrons negativos formam-se pela desintegração de um nêutron. Os elétrons positivos formam-se pela desintegração de um próton.

3- A partícula beta é arremessada no instante em que se forma. Um neutrino, uma partícula quase sem peso, também é emitido.

 

Radiação Gama

Os raios gama não tem carga elétrica. São semelhantes ao raio x, mas normalmente tem um comprimento de onda mais curto. Esses raios são fótons (partículas de radiação eletromagnética) e se propagam com a velocidade da luz. São muito mais penetrantes do que as partículas alfa e beta. A radiação gama pode ocorrer de diversas maneiras. Em um processo, a partícula alfa ou beta emitida por um núcleo não transporta toda a energia disponível. Depois da emissão, o núcleo tem mais energia do que em seu estado mais estável. Ele se livra do excesso emitindo raios gama. Nenhuma transmutação se verifica pelos raios gama.

 

 

1- Os raios gama são partículas, ou fótons, de energia eletromagnética.

2- Núcleo do radio.

3- Os raios gama são liberados quando um núcleo, após uma desintegração radioativa, fica num estado de alta energia.

 

 

Isótopos

As bombas atômicas, cujo princípio se baseia nas gigantescas quantidades de energia desprendidas durante as reações de fissão nuclear, utilizam como matéria-prima o isótopo 235 do urânio.

Isótopos são átomos de um mesmo elemento que diferem entre si quanto ao número de massa (quantidade de prótons e nêutrons no núcleo), motivo pelo qual apresentam propriedades físicas diferentes, mas comportamentos químicos semelhantes.

Considerações gerais. De acordo com a teoria atômica proposta por John Dalton, no século XIX, e desenvolvida, ao longo do século XX, com o auxílio da mecânica quântica, os átomos possuem duas regiões com propriedades bem diferenciadas. A primeira delas é formada de um núcleo pequeno se comparado ao volume atômico, com elevada densidade eletrônica e constituída de partículas denominadas prótons (carregadas positivamente) e nêutrons (eletricamente neutros). A constituição do núcleo atômico confere a um elemento suas propriedades físicas específicas. O núcleo é envolvido por elétrons, partículas elementares de carga negativa, distribuídos em orbitais com níveis energéticos distintos. A configuração eletrônica confere ao elemento suas propriedades químicas particulares.

Um elemento é primeiramente identificado pelo número de prótons existentes em seu núcleo (número atômico), mas nem todos os átomos de um mesmo elemento apresentam o mesmo número de nêutrons. Essa variação é, precisamente, o que distingue os isótopos.

História. A primeira evidência de que duas substâncias com as mesmas propriedades químicas não apresentam, obrigatoriamente, características físicas idênticas resultaram do estudo da radioatividade dos elementos pesados. Em 1906 e 1907, vários pesquisadores mostraram que a mistura de iônio e tório não podia ser separada por nenhum processo químico. Pelo critério da indistinguibilidade química, comprovou-se que a mistura era na verdade composta de duas espécies radioativas do mesmo elemento: tório 230 (iônio) e tório 232.

O termo isótopo foi criado em 1913 pelo químico inglês Frederick Soddy para designar as diferentes espécies do mesmo elemento. Pouco tempo depois, surgiram indicações de que a isotopia poderia existir também no grupo dos elementos estáveis. Em 1919, Francis Aston provou que o neônio consistia, principalmente, de duas espécies atômicas. Seguiu-se a descoberta de que o cloro tinha dois isótopos, e logo ficou claro que a maioria dos elementos consiste de uma mistura de isótopos. A invenção das pilhas atômicas para reações nucleares e dos aceleradores de partículas abriu a possibilidade de obter isótopos de quase todos os elementos químicos conhecidos. Na maioria dos casos, esses isótopos são artificiais e se desintegram espontaneamente, por processos radioativos, para dar origem a isótopos estáveis do mesmo elemento.

Abundância isotópica. Na natureza, quase todos os elementos químicos presentes em substâncias minerais e na atmosfera são compostos de vários isótopos. O hidrogênio, por exemplo, o átomo mais simples do ponto de vista estrutural, apresenta-se com três isótopos distintos: o hidrogênio propriamente dito, de massa 1 uma (unidade de massa atômica), com abundância superior a 99%; o deutério, com 2 uma, constituinte da água pesada, empregada na refrigeração de reatores nucleares; e o trítio, com 3 uma, instável e radioativo. Entre os halogênios, o bromo é uma combinação praticamente eqüitativa de seus isótopos 79 e 81, enquanto o flúor apresenta uma única variedade isotópica. Os isótopos de urânio desempenham um papel fundamental em todos os processos nucleares e radioativos. De modo geral, para cada elemento, a proporção de isótopos é fixa, independentemente de seu estado físico.

Aplicações. Os isótopos têm inúmeras aplicações na medicina, na indústria e na pesquisa científica. O isótopos radioativos são comprovadamente eficazes como traçadores em alguns métodos de diagnósticos. Por serem quimicamente idênticos aos isótopos estáveis, tomam seu lugar nos processos fisiológicos e podem ser detectados com equipamentos como o espectrômetro de raios gama.

O iodo 131 se emprega para avaliar, por exemplo, a atividade da glândula tireóide, onde o isótopo se acumula. Usa-se o fósforo 32 para identificar tumores malignos, porque as células cancerosas tendem a acumular fosfatos em quantidade maior do que as células normais. Isótopos radioativos como o cobalto 60 e o césio 137 são usados no tratamento do câncer, para minimizar os prejuízos causados a células vizinhas aos tumores.

Entre as aplicações industriais dos radioisótopos, a mais importante é a geração de energia a partir da fissão nuclear do urânio, nos reatores nucleares. Os isótopos radioativos também podem ser usados para medir a espessura de lâminas plásticas e metálicas e para induzir mutações genéticas em plantas, com a finalidade de obter espécies vegetais mais resistentes. A pesquisa geológica e arqueológica fez sensíveis progressos com a utilização de técnicas de datação radiométrica, principalmente com o carbono 14, que ajudou a reconstituir a seqüência de eventos pré-históricos e históricos e a determinar a idade de fósseis e restos arqueológicos.

ISÓTOPOS RADIOATIVOS

Os isótopos radioativos, ou seja, aqueles que emitem algum tipo de radiação são também ferramentas essenciais na agricultura moderna. No Cena, estudo semelhante ao que é feito com o isótopo estável do Nitrogênio (N-15), é realizado com os elementos não-estáveis Fósforo-32, Enxofre-35, Cálcio-45, Zinco-65, Manganês-54 e Ferro-59, para entender a absorção destes nutrientes nas culturas.

As pesquisas permitem saber, por exemplo, entre as várias fontes de um determinado nutriente, aquelas que são mais eficientes no aumento da produtividade da planta. Além disso, pode-se medir o grau de absorção do adubo via folhagem. Para Takashi Muraoka, professor e pesquisador do Cena, os benefícios da pesquisa são, por um lado, a economia em fertilizantes agrícolas e, por outro, a preservação do meio ambiente. “Se a planta não aproveita todo o insumo, há desperdício e um prejuízo econômico. E como adubo é um insumo caro, não pode haver perda. O estudo tem também o objetivo de evitar a poluição, pois se uma cultura absorve apenas 30% de um determinado fertilizante, o que for colocado a mais corre o risco de atingir o lençol freático”, explica. Recentemente, o Laboratório de Fertilidade do Solo do Cena está participando, juntamente com a Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear) e a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), de um projeto para pesquisar o melhor manejo de fertilizantes no Cerrado brasileiro, com o uso de técnicas nucleares. Participam do projeto, além do Brasil, Venezuela, México, Cuba, África do Sul, Benin, Burkina Faso, Alemanha, EUA e Austrália, estes três últimos como colaboradores. “Todos esses países possuem terras com características semelhantes ao Cerrado brasileiro, como a acidez e a deficiência de Nitrogênio e Fósforo”, diz Muraoka.

No Cena, os radioisótopos também são usados no estudo da nutrição animal. A finalidade é compreender a cinética de alguns minerais, entre os quais estão o Fósforo e o Cálcio radioativos, no organismo animal. “Como no Brasil há deficiência de alguns minerais, temos que estudar melhor o seu aproveitamento pelos animais, pois o custo de suplementação é alto. Para isso, injetamos radioisótopos no animal e estudamos a absorção e excreção, ou seja, o metabolismo do mineral. No caso da Europa, em alguns países, ocorre poluição nos solos devido ao excesso de minerais excretados nas fezes; assim, é importante medir esta excreção, para controlar o desperdício e também para evitar poluição”, afirma Dorinha Miriam Vitti, pesquisadora do laboratório de nutrição animal.

Outra linha de pesquisa do mesmo laboratório usa técnicas in vitro com radioisótopos, para medir o crescimento dos microorganismos no rúmen do animal. Com essa técnica podem ser testados, por exemplo, vários tipos de capim. O objetivo é avaliar quais as melhores fontes de alimento.

Também em andamento, as pesquisas de absorção de metais pesados do Cena pretendem responder se existe algum risco de contaminação destes metais no homem. Isso porque, como os fertilizantes são rochas (minerais) que são trituradas e misturadas às plantas, sempre há o risco de conter pequenas quantidades de metais pesados (cádmio, chumbo, níquel ou crômio). “Esses metais são micronutrientes que aumentam a produção agrícola. Mas a margem entre o grau de deficiência registrado pelo solo e a toxicidade é muito estreita. Será que esses metais pesados vão nos causar algum problema? Temos que produzir e, ao mesmo tempo, preocuparmo-nos com a saúde humana e com o meio ambiente. Então, lançamos mão de técnicas nucleares para responder a essas questões”, diz Cassio Hamilton Abreu Junior, responsável pela pesquisa desses metais no Cena.

O que são radiações?

No final do século XIX, um minério de urânio foi esquecido em cima de um filme fotográfico. Dias depois, o filme foi verificado e visualizaram uma marca derivada de “alguma coisa” que saia do minério de urânio. Na época, denominaram “essas coisas” de raios ou radiações.

O fenômeno de liberação de radiações foi denominado de radioatividade e os elementos químicos que apresentavam esta propriedade foram chamados de elementos radioativos.

Atualmente, definem-se radiações, como sendo: ondas eletromagnéticas ou partículas que se propagam com alta velocidade e energia, e que, quando interagem com a matéria, podem produzir variados efeitos sobre ela.

 

De onde surgem as radiações?

Geralmente, elas podem ser geradas por fontes naturais (ex.: átomos instáveis em decaimento) ou por dispositivos desenvolvidos pelo homem (rádio AM, FM e forno de micro-ondas).

Radiação alfa (α)

Radiação beta (β)

Radiação gama(γ)

Tempo de meia-vida

Luz, micro-ondas, ondas de rádio AM e FM, laser, raios X e raios gama são as formas de radiação eletromagnéticas mais conhecidas. Já feixes de elétrons, feixes de prótons, partículas beta, partículas alfa e feixes de nêutrons são exemplos de radiação de partículas, ou seja, são radiações com massa, que podem originar de átomos de elementos químicos.

Todos os elementos químicos naturais apresentam isótopos radioativos, que podem ser, também, naturais ou artificiais (criados pelo homem).

Neste momento, é importante que retomemos o termo isótopo.

Isótopos são átomos de um mesmo elemento químico, ou seja, possuem o mesmo número atômico (mesmo número de prótons). No entanto, possuem massas atômicas (soma da quantidade de prótons e nêutrons existentes no núcleo atômico) diferentes.

Ex.: 1H1, 2H1, 3H1

1H1 – significa, que o átomo possui 1 próton e número de massa igual a 1.
2H1 – significa, que o átomo possui 1 próton e 1 nêutron, logo, número de massa igual a 2.
3H1 – significa, que o átomo possui 1 próton e 2 nêutrons, logo, número de massa igual a 3.

 

Fontes:

http://www.coladaweb.com/quimica/fisico-quimica/elementos-radioativos
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/elementos-radioativos.html
http://www.periodicvideos.com/

 

PostHeaderIcon Armas para matar os insetos: um perigo à saúde humana!!!

“Se existe algum animal que teima em contestar o ser humano, esse animal é o inseto. Durante todo o transcorrer da história, o homem vem sendo picado, arranhado, mordido, ferroado e envenenado por esses bichos incômodos. Desde milênios os homens se dispuseram a enfrentá-los e já no princípio os insetos ganhavam grande vantagem. Algumas espécies atacavam sistematicamente as plantações, como é o caso dos gafanhotos, podendo uma só nuvem consumir tanto alimento quanto 8 milhões de pessoas esfomiadas.

Os insetos domésticos, que durante muito tempo foram considerados apenas um aborrecimento, são transmissores de moléstias letais como a malária, o tifo e a dengue. Durante o século XIV, juntamente com os ratos, os insetos espalharam diversas doenças e um terço da população européia foi dizimada na hecatombe conhecida como Peste Negra. Após a Segunda Guerra Mundial, a ciência descobriu novos e eficientes venenos e os modernos inseticidas.

Atualmente a capacidade atual dos países desenvolvidos de produzir e colher grandes quantidades de alimentos, com a participação reduzida de trabalho humano, tem sido possível graças ao uso de pesticidas. Mas, praticamente  desde sua introdução os pesticidas constituem um grande problema devido ao seu impacto potencial sobre a saúde humana, em virtude da ingestão de alimentos contaminados.

A maioria dos inseticidas e pesticidas são organoclorados. Quando foram desenvolvidos apresentavam propriedades excelentes, pois possuem alta estabilidade, são insolúveis em água, toxicidade alta para insetos. Porém também são cancerígenos. Abaixo tem-se os mais utilizados:

1- Hexaclorobenzeno (HCB):

 

 

 

 

 

 

2- Para-diclorodifeniltricloroetano (DDT):

 

 

 

 

 

 

 

Por razões ambientais, o uso do DDT está atualmente proibido na maioria dos países industrializados ocidentais. Em 1962, o DDT foi chamado de elixir da morte pela Escritora Rachel Carson em seu livro Silent Spring.

Muitos compostos organoclorados encontram-se nos tecidos de peixes em concentrações que são ordens de grandeza maiores que as encontradas nas águas em que vivem. As substâncias hidrofóbicas, como os organoclorados, são propensas em exibir este fenômeno. Existem várias razões para a bioacumulação de produtos químicos em sistemas biológicos. Logo, deve -se ter o máximo de cuidado ao utilizar pesticidas e inseticidas.”

FONTE: [1] Enciclopédia Conhecer- Livro VI – página 1.297

[2] Química Ambiental- Baird C. / 2º edição- Editora Bookman

 

 

 

PostHeaderIcon Curiosidade do Azeite!!!

“Há algum tempo vem sendo falado muito sobre o azeite e seus beneficios a saúde, mas você sabe o porque o azeite pode ser um grande aliado?

O azeite tem gorduras monoinsaturadas e estas são ácidos graxos que apresentam apenas uma dupla ligação em sua molécula.

Este tipo de gordura é considerada benéfica, pois ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL, sigla de lipoproteína de baixa densidade) no sangue. A modificação oxidativa ocorrida com este tipo de colesterol apresenta um significativo papel no desenvolvimento de arteriosclerose. As alterações na alimentação que levam ao aumento da resistência da LDL em oxidar, reduzem o risco do surgimento dessa afecção. No entanto, tanto o ácido graxo monoinsaturado como o ácido graxo poliinsaturado auxiliam na redução da taxa de colesterol sanguíneo, quando há a substituição do ácido graxo saturado da dieta.

Pesquisas têm mostrado que a LDL enriquecida com ácidos graxos monoinsaturados são menos propensos a oxidar, do que quando enriquecida com ácidos graxos poliinsaturados. Uma alimentação farta em ácidos graxos monoinsaturados é uma alternativa para ajudar a reduzir a taxa de colesterol ruim no sangue. Este tipo de gordura deve representar uma taxa de 50% dos lipídios ingeridos diariamente.

      Normalmente, à temperatura ambiente, este tipo de gordura    encontra-se no estado líquido, sendo que o principal alimento representante desse grupo é o azeite de oliva, rico em gordura monoinsaturada.

 

O que muitas pessoas não sabem é que quando o azeite é aquecido a alta temperatura ele perde a sua propriedade de monoinsaturado e passa a ser saturado. A gordura saturada   é distinguida da gordura não saturada no sentido em que não há ligação dupla entre os átomos de carbono na sua constituição química, fazendo com que os ácidos graxos fiquem saturados com hidrogênio.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), em conjunto com o Centro de Controle das Doenças (CCD) na América e a FDA, orientam  às pessoas para limitarem o seu consumo de gordura saturada, pois já foi demonstrado estar relacionado com doenças cardiovasculares. Uma dieta alta em gorduras saturadas pode levar a um colesterol alto, aterosclerose, doença coronária  e  AVC. O consumo de gorduras saturadas aumenta as lopoproteínas de baixa densidade (LDL) – isso é o “mau” colesterol.”

Portanto agora que já sabemos como usar o azeite de modo a não perder suas propriedades benéficas, basta usar a nosso favor.

Fontes:

http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/gordura-trans-471120.shtml

http://marcosdias.tripod.com/azeite.html

http://www.infoescola.com/nutricao/gordura-monoinsaturada/

http://www.emforma.net/nutricao/o-que-e-a-gordura-saturada/

PostHeaderIcon Este mundo de Cristal

“À primeira vista, parece não existir nenhum ponto em comum entre o robusto paralelepípedo de granito e um frágil grão de gesso. No entanto, os dois são parentes próximos na grande família dos cristais. Distinguir seus membros pelo aspecto nem sempre é fácil. A variedade é imensa. Alguns são inteiramente transparentes; outros perfeitamente opacos. Existem cristais vermelhos, amarelos, brancos, pretos, azuis e verdes. E, o que os caracteriza, todos são simétricos.

A apreciação dos cristais nasceu na Grécia, onde se criou o nome. Originalmente, o termo cristal significava gelo. Com o tempo, foi evoluindo até chegar à sua significação atual, que é: Mineral homogêneo, de composição química constante, de estrutura interna regular e de formas externas geométricas.

O estado cristalino se caracteriza por formas exteriores definidas e típicas, bem como por uma estrutura interna de grande simetria. Há também minerais em estado amorfo (sem forma), mas em quantidades bem menores. Contudo, as substâncias amorfas, como a argila, com o tempo acabam adquirindo a forma de cristais, pois o estado cristalino é mais estável – uma espécie de aposentadoria dos minerais.

Quando os cristais se reúnem em grupo, assume aspectos que dificultam sua identificação como cristal. A rocha calcária e o mármore nada mais são do que aglomerados de cristais minúsculos. Em certos minerais, onde as moléculas se distribuem de modo desigual, aparecem cristais que possuem variedade de formas. Chamam-se, por isso, polimórficos. Quando as moléculas se ordenam de maneira igual, os cristais produzidos mantém sempre a forma, chamam-se isomórficos.

Nem sempre cristais mostram aspectos totalmente regulares. Os diversos processos geológicos obrigam muitas vezes um cristal a se formar em circunstâncias desvantajosas. E assim, sua forma se torna mais acidentada do  que a de outros. Quaisquer que sejam as condições de formação de um cristal, ele possui uma característica que jamais varia: o ângulo formado por suas várias faces, fixo e invariável em qualquer mineral. Esse aspecto ajuda muitos estudiosos, permitindo-lhes o reconhecimento da natureza de diferentes cristais.”

 

 

Cristais de Quartzo: Têm formato de prismas hexagonais com extremidades em pirâmide. O quartzo é mineral composto de silício e oxigênio. É aplicado na ourivesaria. 

 

 

 

 

Cristais de Pirita: Seu formato é cúbico. A pirita se compõe de enxofre e ferro, mas também contém cobre, níquel ou prata. É utilizada no preparo do ácido sulfúrico. Vulgarmente, é conhecida como ouro dos trouxas.

 

 

 

 

 

Cristais de Enxofre: Têm forma bipiramidal. Geralmente são opacos, com coloração amarela e ligeiros reflexos verdes e cinzentos. Aplicação na indústria de papel e fósforo.

 

 

 

 

 

Cristal de Fluorita: Também conhecidos por espatoflúor. Composto por flúor e cálcio, este mineral é utilizado na indústria de esmaltes. Encontram-se nas cores verde e azul.

 

 

 

FONTE:  Enciclopédia Conhecer-Livro I/ página 33

 

PostHeaderIcon TABELA PERIODICA:DIVERSÃO GARANTIDA

Tabela Periódica, diversão garantida

Você que busca construir a tabela periódica para trabalho escolar, aqui vai uma excelente dica. Um site que traz uma tabela interatira com diversas informações sobre a tabela periódica como as propriedades dos elementos químicos, as formas dos orbitais (s,p,d,f), mostra os vários isótopos de cada elementos, vídeos com experiências com seus respectivos elementos, fotos, exemplos de usos dos elementos, seu descobridor, obtenção do elemento e muito mais.

Para começar sua pesquisa basta clicar na Tabela Periódica abaixo:

Se você quiser diversificar seus estudos, poderá pesquisar nesses outros sites abaixo:

http://quimlab.com.br/guiadoselementos/tabela_periodica.htm

http://profmokeur.ca/quimicap/

http://www.tabela.oxigenio.com/

http://pse.merck.de/merck.php?lang=EN

http://ptable.com/#

E para ficar ainda melhor, que tal formar seu nome a partir dos símbolos dos elementos químicos. Pegue uma tabela periódica e participe da brincadeira nos comentários abaixo:
Read more: http://www.marquecomx.com.br/2011/10/tabela-periodica-diversao-garantida.html#ixzz1yxGlOKqR

 

Por: nilton pavani

PostHeaderIcon Alimentos e Beleza

Quem ai gosta de comer coisas gostosas? Abaixo segue algumas dicas de alimentos que irão te fazer se sentir melhor ao comer algumas coisas, além de comer melhor. Depois disso, espero que algumas pessoas passem a ver o momento de refeição com se estivesse cuidando do corpo, da pele e dos cabelos.

Sendo assim, bon appétit!

Alimentos amigos do cabelo, unha e pele

A beleza está no prato: é só acertar nas escolhas

Por Kátia Cardoso

Soja contra pés e calcanhares rachados

O problema é um alerta do corpo de que há aumento de fungos. Para combatê-los, coma alimentos ricos em biotina (vitamina H), como fígado, soja (grão, tofu, missô ou proteína texturizada) e gema de ovo. A vitamina também é produzida pelas bactérias do bem que se alojam no intestino. Sua carência está ligada à furunculose, seborréia, eczema e aumento dos fungos no corpo. Para dar uma forcinha à hidratação da pele nessa região, não se esqueça ainda de massagear os pés com óleo de linhaça.

Quinua contra olheira

Ela não é apenas reflexo de noites maldormidas. Pode ser o resultado de alergia a determinados alimentos ou os rins que não funcionam a todo o vapor. Capriche no consumo da quinua, cereal de origem boliviana com alto valor nutritivo (à venda nas lojas de produtos naturais). Riquíssimo em proteínas ¬contém mais do que a maioria dos vegetais por isso foi apontada como “alimento perfeito” pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e Alimentação. Além disso, é boa fonte de fitoestrógenos, que estimulam o trabalho dos rins e ajudam a manter os níveis de hormônios equilibrados. Reforce o consumo de trigo integral, feijão, soja e brotos, que também têm fitoestrógenos em abundância.

Castanha para vasinhos

Varizes e vasinhos podem indicar deficiências nutricionais ou congestão do fígado. Reforce as doses de vitamina E, presente nas castanhas, abacate e amêndoas. Como são ricos em selênio, importante antioxidante, esses alimentos diminuem o colesterol ruim e melhoram a circulação sanguínea. Evite roupas apertadas, faça muito exercício e dê adeus ao cigarro.

Sementes para unhas quebradiças

Quando elas estão quebradiças ou esbranquiçadas, é um alerta do organismo para carência de cálcio, zinco e magnésio. Recorra a sementes de abóbora e girassol (sem casca) e a brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões, cereais integrais. Boas fontes desses minerais, eles fortalecem as unhas e as deixam mais bonitas e resistentes.

Melancia contra a gordura localizada

O problema pode ser hereditário ou consequência de hormônios desregulados, sedentarismo ou aumento de peso. Para combatê-la, reforce a alimentação com melancia e abacaxi: diuréticas, essas frutas ajudam a eliminar as toxinas do organismo. Invista também em verduras, cereais integrais e muita água. Aumentando a ingestão de fibras, o intestino funciona melhor e a saciedade aumenta. Fuja de fritura, pão e arroz brancos, pratos gordurosos, refrigerante e doce, alimentos para os adipócitos, as malignas células de gordura que, nas mulheres, tendem a se concetrar nos quadris e abdômen. Evite o sal, que retém líquidos e causa inchaço.

Rúcula contra lábios rachados

Sabe aquelas fissuras ao redor dos lábios ou no canto da boca? São consequência da falta de vitamina B2. Recorra aos vegetais de folhas verde-escuras (rúcula, almeirão, couve, escarola), amêndoa crua e gérmen de trigo.

Salmão contra flacidez

As causas podem ser herança genética, falta de exercício, excesso de peso e até má postura. Exercitar-se é fundamental — e a boa notícia é que existem alimentos que podem dar uma forcinha. Aposte em uma dieta rica em proteína magra para estimular a produção de colágeno: atum, salmão, ovo, peito de peru ou frango, queijo cottage, iogurte desnatado. Mas evite bacon, presunto e manteiga, que são ricos em gordura de origem animal e aumentam o colesterol ruim, entopem as artérias e prejudicam a circulação. Consequência: retenção de líquido e acúmulo de gordura e flacidez nos quadris e abdômen.

Chá de bardana contra a celulite

A retenção de líquido, as alterações hormonais, a vida sedentária e a alimentação inadequada podem desencadear ou agravar o problema. Para amenizá-lo, diminua sal (que retém líquido e causa inchaço), gordura, açúcar, café e álcool (que intoxicam o organismo). Abuse da água, sucos e chás desintoxicantes, como o de bardana (raiz encontrada nas feiras). Aumente a ingestão de pão e macarrão integrais, aveia, farelo de trigo, frutas com casca e bagaço. Ricos em fibras, eles diminuem o colesterol, aumentam a saciedade, melhoram o funcionamento intestinal e varrem as toxinas do organismo.

Frutos do mar para a pele que descama

A causa pode ser carência de zinco (encontrado em frutos do mar e carne vermelha) ou das vitaminas C e E. Coma todos os dias vegetais verde-escuros, como couve, agrião, rúcula e escarola (fontes de vitamina C), um punhado de castanhas e tempere a salada com azeite extravirgem (fontes de vitamina E). Aproveite também para consumir sem culpa vitamina A (cenoura, mamão, tomate, manga e abóbora) e a D (queijo branco e iogurte desnatado), que ajudam a manter a pele viçosa. Uma dica valiosa é tomar dez minutos de sol diariamente, de preferência antes das 10 horas e depois das 16 horas.

Ovo para um cabelo bonito

Como os fios são formados basicamente de proteína (queratina), para mantê-los saudáveis é importante ingerir boas fontes protéicas: ovo, carne magra, iogurte desnatado, queijo branco, leguminosas (feijão, soja) e grãos integrais. Se estiver perdendo cabelo, as causas podem ser hormonais ou falta de ferro, cálcio, potássio e vitamina B6. Contra-ataque com fontes desses nutrientes: brócolis, nozes, feijão, banana e aveia. Para deixá-los bonitos e brilhantes, recorra aos sais minerais contidos nas algas e às proteínas dos brotos, cereais e sementes.

 

Original em: http://boaforma.abril.com.br/dieta/dietas-da-beleza/alimentos-amigos-cabelo-unha-pele-488120.shtml

PostHeaderIcon Antidetonantes!

Os antidetonantes são substâncias químicas que são adicionadas à gasolina com a finalidade de aumentar o seu índice de octanagem, isto é, a sua resistência.

“A octanagem de uma gasolina mede a sua qualidade, baseado na sua resistência à compressão dentro do motor de explosão interna.

Os antidetonantes impedem a detonação ou combustão da gasolina antes da hora certa, que é quando a vela do motor de combustão interna de quatro tempos solta a faísca. Antes disso, ela está sendo comprimida e o antidetonante “ajuda” a gasolina a não explodir durante essa compressão; o que acarretaria em menor potência para o motor.

Além disso, o índice de octanagem é uma escala na qual se compara a resistência da gasolina com a resistência do heptano (zero) e do isoctano (100). Assim, se tivermos um índice de octanagem igual a 70, significa que a resistência à compressão da gasolina é a mesma de uma mistura de 70% de isoctano e 30% de heptano.

Entretanto, existem algumas gasolinas especiais que apresentam um índice de octanagem superior a 100. Isso é possível graças à adição de antidetonantes a essas gasolinas.

O Conselho Nacional do Petróleo (CNP) autorizou a Petrobrás a aditivar a gasolina usando o composto Metil-t-butil-éter (MTBE) até 7% em volume para aumentar o índice de octanagem.”

Antidetonantes

Antidetonantes

 

Referência : http://www.brasilescola.com/quimica/antidetonantes.htm