Hélio está cada vez mais escasso no Planeta Terra

Os balões de festa, é uma das aplicações mais conhecidas do Hélio; de acordo com Robert Richardson, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1996 "se ele fosse vendido corretamente custaria em torno de 100 dólares".
É cada vez mais previsível que o Hélio esta se tornando escasso no planeta. Robert Richardson ganhador do Premio Nobel em 1996, afirmou que este gás poderá desaparecer em 25 anos. O problema é que este gás nobre tem o menor ponto de ebulição, fica difícil encontrar um elemento similar á ele, o que se torna um problema; além do seu uso em balões de aniversário, por possuir um baixo ponto de fusão o Hélio ele auxilia no resfriamento e posteriormente na fabricação de LCDs e também de fibras óticas. Na medicina atua na ressonância magnética e como agente criogênico; enfim são muitas as suas utilizações em nosso cotidiano.
Mesmo sendo a segunda substância abundância no Universo (um pouco escasso na Terra, mas abundante no sol), em nosso planeta sua extração se dá por meio da exploração de rochas, em gases vulcânicos e também pode ser encontrado nos campos de gás natural sendo formado pela decomposição dos elementos radioativos. O comprometimento dele é devido ao seu uso inadequado, inalá-lo para afinar a voz por simples diversão ou em balões de festa, sendo que estão cada vez menores suas reservas no mundo.
O maior fornecedor desta substancia é os Estados Unidos, responsável por 80% de sua distribuição, o que faz a um baixo custo. A lei que tem por finalidade a determinação da Reserva Nacional do país em Amarillo no Texas deve esgotar-se até 2015. Uma matéria do Jornal The New York Times comenta sobre esta legislação, e sobre a atual situação do Hélio.
Ressaltando apenas uma informação: Não existe produção artificial do gás Hélio, então seu esgotamento irá comprometer, desde a serviços clínicos hospitalares à pesquisas da Nasa e na tecnologia como um todo.
Há matérias muito interessantes sobre aplicações do Hélio como no site da Terra, e também uma publicação antiga no Jornal da Ciência, mas que aborda bem o assunto e suas consequências.
Créditos: Aniele de Moura.
Kodak possuía em seu prédio reator atômico
Uma publicação feita pela revista INFO feita a partir da divulgação de uma notícia no jornal norte americano Democrat & Chronicle, que informava sobre a existência de um reator atômico no prédio da Kodak em Rochester no estado de Nova York.

Prédio da Kodak que manteve por cerca de 30 anos um reator nuclear, do qual poucos sabiam de sua existência.
Encontrado no porão do prédio da empresa Kodak um reator do tamanho aproximadamente de uma geladeira. Neste continha urânio enriquecido, o mesmo que usam para fabricar ogivas nucleares. O mais impressionante é que a máquina foi construída por volta dos anos 70, e, poucos dos que lá trabalhavam sabiam da existência do reator (alguns dos que partilhavam desta noticia eram alguns engenheiros) sendo que sua chegada se dava por meio de corredores até a parte subterrânea. A descoberta veio a tona por parte de um funcionário que descobriu e trouxe a história á público.
O reator era utilizado para testes de radiografia à base de nêutrons, o que futuramente auxiliaria na qualidade nos sistemas de formação da imagem das fotografias. Ainda segundo eles quando a maquina era ligada seus funcionários não permaneciam por perto da maquina.
Pelo que se sabe não há registros de acidentes envolvendo funcionários da empresa. Este reator estava desativado desde 2006, mas ao contrario do que muitos pensaram a Kodak possuía alguns documentos americanos na web sobre a existência do equipamento; o fato é que segundo a politica de antiterrorismo dos Estados Unidos poucas noticiam são mencionadas sobre o local destas maquinas.
A autorização da Kodak em manter seu reator ativado por tanto tempo é que utilizava em torno de 3,5 Kg de uranio, o que relativamente é uma pouca quantidade. O jornal publicou ainda que a decisão da desativação deste reator partiu da própria empresa devida a sua crise econômica, posto que foram substituídas as fotografias químicas pelas digitais.
A matéria original pode ser encontrada na pagina do jornal Democratic & Cronicle ou então a matéria feita pela revista Info.
Créditos: Aniele de Moura
Vírus geram eletricidade e podem ser solução para smartphones
notícias/novidades
Notícia da Revista Galileu.
Abordarei os pontos importantes e interessantes do matéria.
Devido a quantidade de funções dos smartphones suas baterias começam a duram menos, então, devemos carregar nosso aparelho frequentemente, porém deixa-lo na tomada parece uma tarefa difícil.
Esta matéria fala sobre o vírus Berkeley, que foi geneticamente modificado.
Este é um trabalho que a universidade de Berkeley esta desenvolvendo, se trata de uma tecnologia que facilita a forma de carregar do aparelho. Baseada em conversão de energia, a matéria traz o exemplo de um papel fino grudado na sola de seu sapato onde você gera energia e a transfere para seu gadgets. Por meio de um vírus inofensivo.
Neste parágrafo é explicado como funciona esses sistemas que tem como base os vírus:
“Os vírus, geneticamente modificados, são capazes de converter energia mecânica em elétrica e transmiti-la através de um eletrodo pequeno, do tamanho de um selo. Esse gerador é o primeiro a produzir eletricidade coletando propriedades “pizoelétricas” de um material biológico. Essa tal de pizoeletricidade nada mais é do que a energia gerada através de atrito.”
É considerada uma ótima descoberta, pois assim podemos, nas ações mais simples do nosso dia-dia, gerar energia mecânica que é convertida em elétrica limpa, “basta que a superfície dos objetos esteja coberta por esse vírus”.
Veja o vídeo que foi postado na Revista Glileu junto a matéria “Vírus geram eletricidade e podem ser solução para smartphones”
Referencia:
http://revistagalileu.globo.com/
Gilbert Newton Lewis
Gilbert Newton Lewis nasceu em Weymouth, 23 de Outubro de 1875. Físico-químico americano nascido em Weymouth, Massachusetts, criador da noção de par eletrônico, que representou um avanço decisivo no conhecimento da estrutura atômica. Educado nas universidades de Nebraska e doutorou-se em física pela Universidade de Harvard . Viajou para a Alemanha, onde desenvolveu estudos em Leipzig e Göttingen e dirigiu o gabinete de pesos e medidas no Laboratório Governamental das Ilhas Filipinas.
Voltou aos EUA onde ensinou físico-química no Massachusetts Institute of Technology e realizou trabalhos sobre termodinâmica. A seguir foi para a University of California, Berkeley, onde permaneceu como professor de Química e reitor até à sua morte. Em Berkeley começou a desenvolver a idéia de que as ligações químicas se baseiam no compartilhamento de elétrons e na transferência dessas cargas elétricas elementares de um átomo para outro (1916). Desenvolveu a teoria da valência para as rações químicas (1923) com o físico-químico americanoIrving Langmuir, baseado na estrutura atômica das substâncias, conhecida como a teoria de Langmuir-Lewis. Com seu discípulo, Harold Urey, isolou o deutério, isótopo do hidrogênio, descobrindo a água pesada(1933) e colaborou com E. O. Lawrence na invenção do ciclotron.
Desenvolveu notáveis estudos na teoria dos ácidos e bases e na termodinâmica, além de pesquisar estruturas atômicas e relatividade. Suas pesquisas posteriores ajudaram a explicar a natureza da fosforescência, da fluorescência e da cor nas substâncias orgânicas. Anos após (1941), passou a dedicar-se mais ao estudo das eras glaciais e civilizações americanas. Foi condecorado com a medalha Davy da Royal Society, a medalha de Arrhenius da Swedish Academy, e as medalhas Gibbs e Richards, e um dos primeiros estrangeiros eleitos para a Academia de Ciências da ex-União Soviética. Faleceu em Berkeley, Califórnia, e sua publicação mais notável foi Valence and the Structure of Atoms and Molecules (1923).
Faleceu em Berkeley, 23 de Março de 1946
Bibliografia
http://pt.infobiografias.com/biografia/23989/Gilbert-Newton–Lewis.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilbert_Newton_Lewis
Créditos
Marina Barros
Amedeo Avogadro
Autor de um dos mais importantes princípios da química moderna, hoje conhecido como lei de Avogadro
Lorenzo Romano Amedeo Carlo Avogadro, Conte di Quarequa e di Cerreto (1776 – 1856), nasceu em turim, Itália, em 9 de agosto de 1776. Ele era filho do Conde Filippo Avogadro e Anna Maria Vercellone. Seu pai era um advogado célebre, tendo sido eleito presidente do senado de Piemonte em 1799, enquanto lá reinava Vittorio Amadeo III.
Avogadro foi para a escola em Turim para seguir a carreira dos homens da família, de advogados eclesiásticos (a Igreja Católica mandava em tudo naquela época), formando-se bacharel em Direito em 1792, com apenas 16 anos! quatro anos depois ele defendeu o seu Doutorado, e começou a praticar a advocacia. Lá por voltas de 1801 ele já era o secretário da prefeitura da cidade de Eridano.
Mesmo tendo uma carreira de advogado de muito sucesso, Avogadro tinha muito interesse nas ciências naturais, e antes mesmo de se tornar secretário da prefeitura, já havia começado a estudar, por sua própria conta, Física e Matemática. Sua primeira pesquisa científica ele fez junto com seu irmão Felice sobre eletricidade. E ele fez suas pesquisas tão bem que se tornou demonstrador na Academia de Turim, sendo convidados alguns anos depois (1809) para ocupar o cargo de Professor de Filosofia Natural no colégio de Verselli. O primeiro posto de Física Matemática da Itália foi montado na Universidade de Turin em 1820. Quem foi apontado para aquele cargo? Yes, man! o próprio, Amadeo Avogadro. Dizem seus historiadores que aquela época era uma época de brigas políticas lá na Itália, de formas a que Avogadro perdeu a sua cadeira de Professor em Turim logo dois anos depois. Só dez anos mais tarde que a cadeira de Física Matemática seria restabelecida, e então Avogadro foi reconduzido ao posto, onde permaneceu até se aposentar, quase trinta anos depois.
O título de Conde ele havia recebido por herança de seu pai, ainda em 1787. Era casado com Felicitá Mazzé e teve seis filhos. Era uma pessoa modesta, e trabalhava sozinho, o que pode ter corroborado para a sua relativa obscuridade, particularmente fora da Itália. Faleceu em 9 de Julho de 1856, sem ter visto nenhuma de suas ideias e teorias tendo sido aceitas pela comunidade científica de sua época.
Bibliografia
http://educacao.uol.com.br/biografias/amedeo-avogadro.jhtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Amedeo_Avogadro
Créditos
Marina Barros
Anemia falciforme
notícias/novidade
Anemia falciforme
Hemácia normal e hemácia falciforme
Considerada uma doença do sangue, hereditária, que causa ma formação nas hemácias – glóbulos vermelhos – ficando em forma semelhante a de uma foice, de onde deriva o nome falciforme. Essas células tem sua membrana alterada e rompem-se facilmente, causando anemia. É prejudicial pois causa deficiência do transporte de oxigênio no individuo, e reduz a expectativa de vida.
A expectativa de vida é reduzida pois a Anemia falciforme pode causar complicações como doenças das vias biliares, cardiomiopatia restritiva e câncer de intestino.
“ ANEMIA FALCIFORME: DESAFIOS E AVANÇOS NA BUSCA DE NOVOS FÁRMACOS”[1], de Jean Leandro dos Santos, é uma matéria que saiu recentemente na ‘Revista Química Nova’ que trata sobre o assunto Anemia Falciforme. A matéria traz no inicio uma pequena introdução sobre o assunto a ser tratado.
“Doença Falciforme (DF) é uma doença caracterizado por uma mutação pontual (GTG - GAG) no codão sexto do gene da globina gama levando a uma substituição de glutâmico ácido por uma valina na cadeia β da hemoglobina. Apesar do progressoenorme no conhecimento molecular da doença nos últimos anos, poucos recursos terapêuticos foram desenvolvidos. Atualmente, o tratamento é feito principalmente com o agente anticancerígenohidroxiuréia. esta revisão resume os conhecimentos atuais sobre possíveis alvos e novas abordagens para os compostos de descoberta de novos para tratar os sintomas de SCD.”
Citarei alguns pontos importante e interessantes da meteria.
Na introdução o autor escreve sobre as hemácias. São produzidas pela medula óssea, vivem aproximadamente 120 dias, são constituídas por moléculas hemoglobina (Hb) cuja a principal a função é o transporte de oxigênio e gás carbônico para todo o corpo. Traz uma imagem que mostra as
subunidades de cadeias globínicas, cada uma ligada a um grupo heme, ligados a um átomo de ferro central (Fe+2), responsável pela ligação com oxigênio.
“ Representação esquemática da hemácia, hemoglobina e grupo heme”(imagem retirada da matéria)
A matéria explica também, na sua introdução, por que e como as células de hemoglobina adquirem formato de foice.
Leia um trecho que apresenta essas informações
“devido a uma mutação pontual (GTG → GAG) no sexto códon do gene da β globina ocorre substituição de um ácido glutâmico por uma valina. Essa modificação faz com que em estados de baixos níveis de oxigênio haja exposição do resíduo hidrófico βVal6 que interage com βPhe85 e βLeu88 do grupo heme de outra molécula de HbS. Essa interação promove a polimerização das moléculas de HbS, provocando alterações morfológicas na estrutura dos eritrócitos, que culminam na deformação das células, que passam a adquirir forma de foice”
Um dos tópicos da matéria é “MOLÉCULAS INDUTORAS DE EMOGLOBINA FETAL” que fala sobre os estudos realizados em adultos e crianças portadores do AF. Fármacos como 5-azacitidina (1) e decitabina (2) que atuam inibindo esta enzima constituem uma importante estratégia a fim de aumentar a produção de HbF ( hemoglobina fetal ) (Figura 3).
“Estruturas químicas de algumas moléculas indutoras da síntese de hemoglobina fetal”
A Matéria traz muitos outros tópicos interessantes, e vale a pena dar uma olhada. Como, “MOLÉCULAS MODIFICADORAS DA ESTRUTURA DA HEMOGLOBINA S” e “MOLÉCULAS QUE AUMENTAM A BIODISPONIBILIDADE DE ÓXIDO NÍTRICO “
Referencia
http://www.quimicanova.sbq.org.br/qn/qnol/2012/vol35n4/24-RV11313.pdf
Porque o pão cresce
O pão cresce porque à massa é acrescentado fermento. Normalmente, em massas de pães é adicionado fermento biológico. A levedura, fungos unicelulares que se utilizam da glicose resultante da hidrólise do amido, existente em abundância em cereais, para crescer. Por reação enzimática, a levedura age sobre as moléculas de açúcar liberando CO2 (gás carbônico). Ao ser liberada, essa molécula fica retida na malha do glúten. A malha, por sua vez, se estica, formando pequenas bolhas. O gás carbônico também tem a tendência de se juntar às bolhas de ar que se formaram no momento em que o padeiro está sovando a massa. São essas bolhas de ar e gás carbônico que, ao se expandirem quando o pão está assando no forno, tornam possível o crescimento do pão.
Molecula de Glicose
referencia: http://quymicanocotidiano.blogspot.com.br/
Química dos fogos de artifício
Barulhos estrondosos acompanhados de faíscas reluzentes fazem dos fogos de artifícios convidados especiais nas comemorações. É assim nas festas de Réveillon, onde o céu se enfeita com um misto fascinante de cores.
Todo este brilho e glamour têm explicação na Química, as diferentes cores são obtidas pela queima de diferentes compostos. Conheça agora os responsáveis pela coloração dos fogos que animam nossas festas.
Prata: a chamada “chuva de Prata” é produzida pela queima de pó de Titânio e Alumínio.
Dourado: o aquecimento de Ferro nos faz visualizar o tom de Ouro.
Azul: o cobre presente nos fogos de artifício confere a cor azul.
Roxo: a mistura de Estrôncio e Cobre dá origem ao azul mais fechado (roxo).
Vermelho: a cor rubra surge da queima de sais de Estrôncio e de Lítio.
Amarelo: se queimarmos Sódio teremos a cor amarela.
Verde: a queima de Bário faz surgir o verde incandescente.
Esta é a química dos fogos de artifício, da próxima vez que admirar uma chuva de fogos lembre-se da origem das cores.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/quimica-dos-fogos-artificio.htm
Os elementos químicos no corpo humano
Dos quase 100 elementos químicos que existem na natureza, 21 fazem parte do corpo humano. Sendo que mais de 60% da massa do nosso corpo é de oxigênio.
Temos 95% da massa do nosso corpo formado por 4 elementos: oxigênio, carbono, hidrogênio e nitrogênio. Os outros elementos apresentam em quantidades bem menores, mas não são menos importantes, para o funcionamento do corpo. Um bom exemplo é o ferro que compõe apenas 0,005% do corpo humano, mas é essencial para o seu funcionamento, principalmente no sangue. O cálcio 1,38% que forma, por exemplo, os ossos e os dentes. O iodo 0,001% que regula o funcionamento de tiróide.
Existem também elementos do tipo “penetras”, que entram em nosso corpo, mas não desenvolvem nenhuma função útil. O alumínio é um dos mais comuns. Traços deste elemento entram em nosso corpo através do uso das panelas na hora de cozinhar os alimentos. São eliminados pela urina, em poucas horas ou dias. Muitos dos elementos “penetras”, são perigosos como é o caso dos metais pesados (Chumbo, mercúrio, etc). Estes entram no corpo e não são eliminados podendo (dependendo da quantia) desencadear graves doenças.
Autor: Vitor Moreno
Referência: http://www.agracadaquimica.com.br/index.php?acao=quimica/ms2&i=9&id=470
Termômetro de Mercúrio
Existem vários tipos de termômetros, o mais usado por nós é o termômetro de mercúrio. Este termômetro é simples, fácil de entender. O mercúrio é um líquido prateado à temperatura ambiente sendo o único metal que apresenta líquido sob essas condições. Seu ponto de congelamento é -39.4ºC e entra em ebulição a 357ºC tendo uma densidade de 13.6 a 0ºC . Este termômetro consiste em um tubo fino como cabelo, e um bulbo, uma espécie de bolha, em uma extremidade contendo mercúrio. O mercúrio dilata-se com o aumento da temperatura, aumentando assim o volume. Com essa expansão do mercúrio, ele vai enchendo o tubo capilar, ou seja, quanto mais alta a temperatura mais cheio o tubo. E essa expansão é medida numa, graduação que pode ter uma precisão de 0.05ºC. É dessa forma, pela expansão do líquido, que observamos a variação de temperatura.









