PostHeaderIcon Unesp cria um portal com materiais didáticos gratuitos

A Universidade Estadual Paulista (UNESP) lançou  na quarta feira (14) um portal que faz parte do projeto Unesp Aberta, em que este  tem por finalidade divulgação na internet materiais didáticos, de disciplinas livres para o posterior aperfeiçoamento de professores. Os materiais disponíveis oferecem recursos para os níveis de Graduação, pós graduação e extensão da universidade nas áreas de exatas, biológicas e humanas.

Estão disponíveis para os interessados cerca de 17 mil itens para educação dentre eles; videoaulas, softwares, materiais de acervos digitais, animações, etc.

A universidade propõe ainda, o projeto nos idiomas espanhol e inglês e outras maneiras de acesso como audiodescrição e libras.

Os interessados devem acessar o site do Projeto Unesp Aberta.

PostHeaderIcon Profissão Químico, direitos e deveres.

O tópico LEGISLAÇÃO tem por finalidade mostrar aos químicos ou futuros químicos, um pouco sobre os órgãos responsáveis por regularizar e fiscalizar o profissional, assim como, fiscalizar e regularizar algumas das áreas de atuação de um químico como indústrias de alimentos, saneantes, cosméticos, medicamentos, matéria-prima, entre vários outros segmentos.

Indicaremos alguns sites aonde o profissional e/ou estudante encontrará todo embasamento legislativo para que possa atuar de maneira correta e idônea no ramo, seja como Responsável Técnico, Pesquisador, entre outros; assim como, as leis que protegem o profissional de Química, para que desta maneira evite transtornos legais no decorrer de sua carreira.

 

Profissão Químico

Direitos e Deveres

Como todo cidadão comum, temos que ter conhecimento, nem que seja básico, de nossos direitos e deveres, assim como, quando foram criadas e o que dizem as principais leis que garantem esses direitos e deveres, portanto, é importante para todo Químico, seja estudante ou profissional atuante, compreender e aprender como e através de quais leis a profissão do químico foi regularizada, como ela regulamenta nossa profissão, e quais são nossos direitos e deveres atuando como químicos, não importando a maneira, seja atuando em uma indústria, em pesquisa científica, como professores, entre outros.

Pensando nisto, segue abaixo deste um link do CRQ IV (Conselho Regional de Química – 4ª Região), aonde consta todo o Histórico da Legislação que regulariza o segmento da profissão de Químico, desde o seu reconhecimento como profissão, passando pela responsabilidade do químico, até a remuneração do profissional e anuidades a serem pagas ao CRQ, entre outros itens de suma importância.

Portanto, lembre-se, como diz o ditado, “para tudo na vida devemos estar preparados”, logo, é muito importante para nós profissionais e/ou estudantes da Química conhecer nossa profissão totalmente, nossos direitos e deveres, para que desta maneira possamos atuar de maneira correta e idônea, pensando sempre no melhor para nossa sociedade, pensando no que deixaremos de fruto para os novos cidadãos que farão parte de nossa nação.

 

Observação: Segue abaixo também, a nível informativo, um link contendo os diversos títulos de diplomas conferidos pelos cursos de formação profissional na área de Química, que obrigam seus portadores a se registrarem no CRQ para que desta maneira possam exercer atividades em suas respectivas áreas.

 

CRQ IV – Histórico da Legislação:

http://www.crq4.org.br/default.php?p=texto.php&c=historico_da_legislacao

Títulos Obrigatórios:

http://www.crq4.org.br/default.php?p=texto.php&c=titulos_obrigatorios

PostHeaderIcon Energia de Ionização

Energia de ionização

A energia de ionização de um átomo está relacionada ao seu raio atômico e à sua posição na Tabela Periódica.

 

Um átomo ou íon que esteja na fase gasosa perde elétrons desde que receba uma energia suficiente, que é denominada energia (ou potencial) de ionização.

 

Assim, temos a seguinte definição:

 

 

 

A energia fornecida para se retirar o primeiro elétron, isto é, o elétron mais afastado do núcleo, que se encontra na camada de valência, é denominada primeira energia de ionização. Seu valor é menor do que uma segunda energia de ionização, que é fornecida para se retirar um segundo elétron, e assim sucessivamente.

Isso ocorre porque, quando retiramos um elétron, a quantidade de elétrons na eletrosfera do átomo diminui, aumentando a força de atração com o núcleo e, consequentemente, será necessária uma energia maior para retirar o próximo elétron. Isso pode ser visto pelos dados experimentais abaixo, que mostram a retirada de 3 elétrons do nível de energia mais externo (3s2 3p1) de um átomo de alumínio (Al(g)):

13Al + 577,4 kJ/mol →13Al1+ + e-
13Al1+ + 1816,6 kJ/mol →13Al2+ + e-
13Al2+ + 2744,6 kJ/mol →13Al3+ + e-
13Al3+ + 11575,0 kJ/mol →13Al4+ + e-

Observe que a energia de ionização aumenta da seguinte forma:

1ª E.I < 2ª E.I < 3ª E.I. <<< 4ª E.I.

Cada vez que se retira um elétron e o raio atômico diminui, maior se torna a atração exercida pelos prótons do núcleo sobre os elétrons mais externos; e maior se torna a repulsão exercida pelos elétrons mais internos, por isso se estabelece a seguinte regra:

 

 

 

Com base nesse pressuposto, podemos definir como essa propriedade varia em relação aos elementos situados numa mesma família ou num mesmo período na tabela periódica:

  • Na mesma família:o tamanho do      átomo geralmente aumenta à medida que o número de níveis ou camadas      aumenta. Assim, o raio atômico vai aumentando e a energia de ionização vai      diminuindo de cima para baixo. Podemos dizer que a energia de ionização      dos elementos de uma mesma família cresce no sentido de baixo para      cima.
  • No mesmo período:os átomos      apresentam a mesma quantidade de níveis. No entanto, à medida que o número      de prótons aumenta, aumenta também a atração exercida sobre os elétrons,      então o raio atômico vai diminuindo e a energia de ionização vai      aumentando. Temos que a energia de ionização dos elementos de um mesmo      período cresce no sentido da esquerda para a direita.

 

 

Energia de ionização

 

Fonte: http://www.alunosonline.com.br/quimica/energia-ionizacao.htm

 

PostHeaderIcon Aplicações dos Elementos Radioativos.

Os elementos químicos denominados como radioativos, são aqueles que apresentam o fenômeno da radioatividade, que consiste na emissão de radiação alfa, beta ou gama pelo fato de possuírem instabilidade nuclear (excesso de energia).
Toda e qualquer faixa de radiação transporta energia, e a energia proveniente dos elementos radioativos (radiação) pode ser utilizada com diversas finalidades, dentre as quais podemos citar:

Medicina

Na medicina, duas modalidades médicas fazem uso dos elementos radioativos, veja:

• A medicina nuclear é uma modalidade que realiza diagnóstico e terapia através da radiação emitida por elementos radioativos.

Imagens que permitem avaliar o funcionamento de estruturas e a identificação de algumas patologias podem ser obtidas no serviço de medicina nuclear.

As aplicações da medicina nuclear estão crescendo através de avanços na obtenção de imagens digitais e de radiofármacos mais eficientes. Pelo fato de que radionuclídeos selecionados se concentrarão em órgãos ou tecidos específicos, diferentes tipos de traçadores de radionuclídeos podem ser utilizados para avaliar esses órgãos, sistemas orgânicos e várias funções fisiológicas. Um dos radionuclídeos mais comumente utilizados é o tecnécio 99m (99mTc). Diferentes formas de tecnécio são utiliza­das para estudos do encéfalo, coração, rim, fígado e sistema esquelético.

 Um dos procedimentos de SPECT mais comuns é o estudo de perfusãomiocárdica com tálio, no qual tálio ou cardiolito radioativo é injetado por via intravenosa e perfundido através do coração. O paciente é então levado a se exercitar em uma esteira ou lhe é administrado um vasodilatador, que é um agente que causa dilatação dos vasos sanguíneos, resultando em fluxo sanguíneo aumentado. A ação do exercício, ou do vasodilatador, irá demonstrar o grau de perfusão do tálio ou do cardiolito através de todo o músculo cardíaco. Esse procedimento, combinado com uma segunda varredura de repouso, pode mostrar defeitos da perfusão miocárdica na parede ventricular, ou sinais de um infarto do miocárdio, um “ataque cardíaco” resultante de fluxo sanguíneo subitamente diminuído, causando morte de músculo cardíaco (miocárdio).

• A radioterapia é uma modalidade médica que realiza terapia através da radiação ionizante emitida por elementos radioativos e outras fontes (acelerador linear).

 

A irradiação de tecidos lesionados pode proporcionar a cura.

 

Inspeção

A radiologia industrial é um método de inspeção não destrutivo que utiliza radiação ionizante provinda de elementos radioativos e outras fontes (aparelho de raios x convencional e tomógrafo).
Esse método pode ser aplicado em carros, aviões, pontes, plataformas petrolíferas; em estruturas metálicas com a finalidade de avaliar a homogeneidade das mesmas.

 

Fissuras podem ser identificadas em estruturas através do uso de fontes radioativas.

 

Conservação de Alimentos

As radiações ionizantes provenientes de elementos radioativos e de outras fontes (exemplo: aparelho de raios x convencional) podem ser aplicadas com a finalidade de reduzir as perdas naturais causadas por processos fisiológicos e evitar a proliferação de micro-organismos nos alimentos.

A irradiação aumenta o “tempo de vida útil’ dos alimentos.

 

Descoberta x Aplicações

A descoberta dos elementos radioativos ocorreu relativamente recente (1896, por Becquerel) e suas aplicações encontram-se difundidas em diversas áreas de conhecimento.

 

Fontes:

http://www.alunosonline.com.br/fisica/aplicacoes-dos-elementos-radioativos.html
http://www.rxinfo.com.br/site/exames.php?id=26

 

PostHeaderIcon A química do enxofre

A QUÍMICA DO ENXOFRE
Objetivo
Observar a ação desidratante do ácido sulfúrico concentrado sobre compostos orgânicos como o
açúcar.
Descrição


Sabe-se que o ácido sulfúrico, H2SO4, é um ácido mineral forte. Tem uma aparência de um líquido
oleoso límpido e incolor. É solúvel na água em qualquer concentração.
Material
1 béquer de 50mL ou 100mL.
1 pipeta de transferência.
1 espátula.
Ácido sulfúrico concentrado suficiente para que o açúcar fique submerso no mesmo.
Pequena quantidade de açúcar.
Procedimento
Coloque uma pequena quantidade de açúcar comum (sacarose) num béquer e lentamente faça o
H2SO4 escorrer pelar paredes laterais internas do béquer com a ajuda de uma pipeta. Use uma
espátula para transferir o açúcar para o béquer.
Logo que o ácido sulfúrico entra em contato com o açúcar, o mesmo começa a escurecer.
Neste momento, o ácido começa a “roubar” os átomos de hidrogênio e oxigênio do açúcar.
A reação produz uma cor amarelada que passa pelo marrom até ficar com uma coloração bem escura.
Análise
Uma característica peculiar ao ácido sulfúrico é quanto ao seu comportamento relacionado à
concentração. Quando diluído (abaixo de concentrações molares de 90%), a solução assume caráter
de ácido forte e não apresenta poder desidratante. Por outro lado, quando é concentrada (acima de
90%), deixa de ter caráter ácido e acentua-se o seu poder desidratante. A hidratação do ácido sulfúrico
é termodinamicamente favorável (ΔH = -880 kJ/mol), por isso este ácido é um excelente agente
desidratante. A afinidade do ácido sulfúrico por água é tanta que o ácido tomará átomos de hidrogênio
e oxigênio de outros compostos; por exemplo, a mistura de açúcar e ácido sulfúrico forma carbono
elementar e água, que é absorvida pelo ácido.

C12H22O11(s)  12C(s) + 11H2O(l)
Sacarose                 Carvão      Água
Dicas
Por ter uma ação desidratante, o ácido sulfúrico é usado para preparar diversas frutas secas.
Sacarose é sinônimo do açúcar que se utiliza na cozinha.
Pode-se utilizar um copo de vidro na falta de béquer e uma colher pequena na falta de espátula.

http://www.profpc.com.br/Experimentos%20de%20Qu%C3%ADmica/A%20QU%C3%8DMICA%20DO%20ENXOFRE%20I.pdf

PostHeaderIcon Reciclando uma lata

RECICLANDO UMA LATA


Objetivo
Preparar uma lata de refrigerante para ser reciclada.
Descrição
O vapor de água é absolutamente invisível. As nuvens do céu, a névoa observada ao se sair de um
chuveiro quente ou ao se respirar em um dia bem frio não são formadas por água no estado de vapor,
e sim no estado líquido, na forma de pequenas gotículas que podemos enxergar. Aquilo que
observamos como uma névoa ou neblina saindo da boca da lata ou de uma chaleira são gotículas de
água formadas pela condensação do vapor d’água no ar.
Material
Lata de alumínio de refrigerante ou cerveja.
Pinça ou garra capaz de segurar a lata.
Tigela de vidro.
Fogão ou outra fonte de calor.
Procedimento
Coloque água na tigela até aproximadamente três quartos de sua altura.
Adicione um pouco de água na lata, suficiente para cobrir o seu fundo.
Utilizando uma garra, segure a lata e aqueça-a diretamente na chama, até a ebulição da água.
Quando uma grande quantidade desta névoa estiver saindo pela boca da lata, inverta esta na tigela
contendo água, de forma que a boca da lata fique submersa.
Análise
No início, a lata contém água e ar. Quando a ebulição começa, o vapor d’água preenche a lata,
expulsando parte do ar. Quando a lata é colocada na tigela, ela se resfria rapidamente e o vapor no
interior da lata se condensa. O volume ocupado no estado líquido (após a condensação) é muito menor
do que o volume ocupado no estado gasoso. Esta drástica diminuição no volume deixa um grande
espaço vazio na lata, ou seja, faz com que a pressão interna da lata diminua. Como a pressão externa
fica muito maior que a interna, a pressão atmosférica comprime as paredes, esmagando a lata
rapidamente. Quando colocamos uma lata de alumínio para reciclar podemos amassá-la para que ela
ocupe menos espaço. Desta forma irão caber mais latas no ponto da coleta. Caso se usasse uma lata
de paredes rígidas, a diferença de pressão não seria suficiente para amassar a lata. Neste caso, a
água da tigela iria entrar na lata ocupando o ocupando o espaço anteriormente ocupado pelo vapor.

http://www.profpc.com.br/Experimentos%20de%20Qu%C3%ADmica/RECICLANDO%20UMA%20LATA.pdf

PostHeaderIcon CFQ e CRQ’s

O tópico LEGISLAÇÃO tem por finalidade mostrar aos químicos ou futuros químicos, um pouco sobre os órgãos responsáveis por regularizar e fiscalizar o profissional, assim como, fiscalizar e regularizar algumas das áreas de atuação de um químico como indústrias de alimentos, saneantes, cosméticos, medicamentos, matéria-prima, entre vários outros segmentos.

Indicaremos alguns sites aonde o profissional e/ou estudante encontrará todo embasamento legislativo para que possa atuar de maneira correta e idônea no ramo, seja como Responsável Técnico, Pesquisador, entre outros; assim como, as leis que protegem o profissional de Química, para que desta maneira evite transtornos legais no decorrer de sua carreira.

Primeiramente, devemos começar com o órgão responsável por regularizar e fiscalizar, escolas e universidades, indústrias e instituições de pesquisa, assim como o próprio profissional de química, os CRQ’s (Conselhos Regionais de Química) e o CFQ (Conselho Federal de Química).

 

Conselho Federal de Química e Conselho Regional de Química

O CFQ (Conselho Federal de Química) e os CRQ’s (Conselhos Regionais de Química) foram criados pela Lei Federal nº 2.800, de 18 de junho de 1956 (Lei Mater dos Químicos), a mesma foi promulgada pelo ex-Presidente da República, Dr. Juscelino Kubstichek de Oliveira, sendo que o Relator do Projeto-Lei foi o ex-Senador, Dr. Nelson Carneiro.

A partir desta, estruturou-se o sistema Conselho Federal de Química/Conselhos Regionais, ou seja, o Conselho Federal de Química, responsável pelo âmbito nacional, e os Conselhos Regionais de Química, responsáveis por suas respectivas regiões, separadas de I à XXI (1ª à 21ª Região).

O sistema CFQ/CRQ’s é formado por profissionais da química, variando desde Técnicos em Química, Bacharéis/Licenciados em Química, Químicos Industriais ou Tecnólogos equivalentes e, ainda, Engenheiros Químicos e suas especializações, entre várias outras denominações.

Podemos dizer que o Sistema CFQ/CRQ´s surgiu visando assegurar à sociedade, o correto uso da ciência e da tecnologia em seu benefício, fiscalizando Escolas e Universidades, responsáveis pelo conhecimento humano e por transmitir o mesmo ao novo profissional; indústrias e instituições de pesquisa, assim como fiscalizando os profissionais de Química que atuam em todas estas instituições mencionadas anteriormente; evitando, desta maneira, que elementos inescrupulosos, sem o perfeito domínio dos instrumentos inerentes à sua profissão, venham a colocar em risco a vida das pessoas, os padrões da vida comunitária e o bem estar da sociedade.

A fiscalização dos trabalhos profissionais é feita por pessoas que detém os mesmos conhecimentos técnicos e científicos dos seus executantes, ou seja, da mesma área profissional.

Para a consecução deste, o Sistema CFQ/CRQ´s tem levado em consideração, além dos dispositivos da “Lei Mater dos Químicos” (Lei nº 2.800 de 18/6/1956), além do Código Civil (artigo 159), e o Código de Devesa do Consumidor (Lei nº 8,078 de 11/9/1990), segundo os quais “os produtos e serviços colocados no mercado de consumo, não podem prejudicar seus consumidores, isto é, não podem causar-lhe danos financeiros, nem acarretar riscos a saúde, ou à segurança do mesmo”.

Sendo assim, a garantia sobre a qualidade química de produtos e serviços, por agentes fornecedores, comerciantes, fabricantes, entre outros, passou a ser assegurada pela fiscalização dos próprios profissionais da química através do seu conselho específico, a partir da data de sua criação, contribuindo desta maneira, para manter o bem estar da sociedade, seja de maneira direta, através da fiscalização e de pareceres técnicos e, até certo ponto de caráter técnico-jurídico, seja através da atuação na área legislativa.

Segue abaixo uma listagem contendo todos os CRQ’s e os estados pertinentes a cada Região, assim como o site para que você, profissional ou estudante, possa buscar informações relativas à sua profissão.

 

Conselhos Regionais de Química

 

CRQ I (1ª Região)

Estado de atuação: Pernambuco (PE)

Site: http://www.crq-1.org.br/

 

CRQ II (2ª Região)

Estado de atuação: Minas Gerais (MG)

Site: http://www.crqmg.org.br/

 

CRQ III (3ª Região)

Estado de atuação: Rio de Janeiro (RJ)

Site: http://www.crq3.org.br/

 

CRQ IV (4ª Região)

Estado de atuação: São Paulo (SP)

Site: http://www.crq4.org.br/

 

CRQ V (5ª Região)

Estado de atuação: Rio Grande do Sul (RS)

Site: http://www.crqv.org.br/

 

CRQ VI (6ª Região)

Estado de atuação: Amapá (AP), Pará (PA)

Site: http://www.crq6.org.br/

 

CRQ VII (7ª Região)

Estado de atuação: Bahia (BA)

Site: http://www.crq7.org.br/

 

CRQ VIII (8ª Região)

Estado de atuação: Sergipe (SE)

Site: http://www.crq8.org.br/

 

CRQ IX (9ª Região)

Estado de atuação: Paraná (PR)

Site: http://www.crq9.org.br/

 

CRQ X (10ª Região)

Estado de atuação: Ceará (CE)

Site: http://www.crqx.org.br/

 

CRQ XI (11ª Região)

Estado de atuação: Maranhão (MA)

Site: http://www.crq11.org.br/

 

CRQ XII (12ª Região)

Estado de atuação: Tocantins (TO), Goiás (GO), Distrito Federal (DF)

Site: http://www.crq12.org.br/

 

CRQ XIII (13ª Região)

Estado de atuação: Santa Catarina (SC)

Site: http://www.crqsc.gov.br/

 

CRQ XIV (14ª Região)

Estado de atuação: Acre (AC), Amazonas (AM), Rondônia (RO), Roraima (RR)

Site: http://www.crq14.org.br/

 

CRQ XV (15ª Região)

Estado de atuação: Rio Grande do Norte (RN)

Site: http://www.crq15.org.br/

 

CRQ XVI (16ª Região)

Estado de atuação: Mato Grosso (MT)

Site: http://www.crq16.org.br/

 

CRQ XVII (17ª Região)

Estado de atuação: Alagoas (AL)

Site: http://www.crq17.org.br/

 

CRQ XVIII (18ª Região)

Estado de atuação: Piauí (PI)

Site: não possui site

 

CRQ XIX (19ª Região)

Estado de atuação: Paraíba (PB)

Site: http://www.crq19.org.br/

 

CRQ XX (20ª Região)

Estado de atuação: Mato Grosso do Sul (MS)

Site: http://www.crqxx.gov.br/

 

CRQ XXI (21ª Região)

Estado de atuação: Espírito Santo (ES)

Site: http://www.crq21.org.br/

 

FONTES:

 

CRQ IV – Conselho Regional de Química 4ª Região

(http://www.crq4.org.br/)

 

CFQ – Conselho Federal de Química

(http://www.cfq.org.br/)

 

Lei 2.800, de 18 de junho de 1956

(http://www.cfq.org.br/lei2800.htm)

 

PostHeaderIcon Como fazer perfume em casa!

Um pouco da história

          A arte de elaboração do perfume nasceu no Egito. Por volta de 2000 a.C., os primeiros clientes foram os faraós e os membros importantes da corte, logo, o uso do perfume se difundiu.O químico árabe, Al-Kindi (Alkindus), escreveu no século IX um livro sobre perfumes chamado Livro da Química de Perfumes e Destilados. O médico e o químico persas Muslim e Avicenna (também conhecido como Ibn Sina) introduziram o processo de extração de óleos de flores através da destilação. A partir da Espanha o perfume foi introduzido em toda a Europa durante o Renascimento. Foi na França, a partir do século XIV, onde se cultivavam flores, que ocorreu o grande desenvolvimento da perfumaria, permanecendo desde então como o centro europeu de pesquisas e comércio de perfumes.

          Existem perfumes para todos os gostos e bolsos e é aí que muitas vezes fica a dúvida na hora da escolha. Sabemos que perfumes são o resultado de uma mistura de essências e substâncias aromáticas que, no caso dos importados, conta com uma combinação de mais de 7 mil existentes. No caso dos contratipos o processo ocorre de forma inversa, ou seja, a partir de um perfume original, os perfumistas identificam quais foram as substâncias utilizadas para a criação deste e então trabalham em uma composição o mais próxima possível.  Por isso, alguns contratipos já conhecidos como por exemplo os da Fator5 e Contém 1g, que trazem as fragrâncias em embalagens mais modestas e com o nome em formato de número, onde cada um é equivalente à fragrância original, possuem produtos muito similares aos originais importados. A grande diferença entre eles está na concentração da essência, que é o que determina o tempo de permanência do odor na pele. Perfumes importados são compostos em média por 15 a 20% de essência, enquanto que os similares apresentam de 5 a 7%.  E assim como roupas e acessórios, os perfumes também seguem tendências internacionais.

          Logo abaixo está os passos de como fazer um perfume contratipo em casa e em seguida um vídeo mostrando todo o procedimento.

  • Materias:
  1. Jarra de vidro para preparo do perfume
  2. Proveta de vidro de 100 mL (ou qualquer recipiente de vidro graduado)
  3.  Bastão de vidro
  4.  Vidro âmbar para a maceração do perfume
  5.  Vidro com tampa spray
  • Produtos:
  1. Álcool de cereais
  2. Essência para perfume
  3. Fixador para perfume
  4. Propilenoglicol
  5. Água desmineralizada

Materias

Produtos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

          Na jarra de vidro adicione 245 mL de álcool de cereais, em seguida 30 mL de essência para perfume mexendo a medida que são colocados os produtos. Em seguida 10 mL do fixador, 5 mL de propilenoglicol e por último 50 mL de água desmineralizada.

          A mistura deve ser colocada em um vidro âmbar e, é importante, deixar um espaço entre o líquido e a tampa. Se for utilizar vidros já usados, lave-os bem com detergente, depois com uma solução de 5% de amoníaco e por último com álcool. A garrafa só deve ser utilizada depois de seca.

         A maceração (processo em que o perfume “amadurece” e o álcool perde seu aroma forte) deve ser realizada em 10 dias alternando, um dia na geladeira e um dia em temperatura ambiente (se deixar mais tempo é melhor). Procure não agitar, pois é comum a formação de resíduos e o líquido pode ficar turvo.

         Por último caso haja resíduos decantados é só filtrar com um filtro de papel.

E pronto!!!

 

Clique aqui e veja o vídeo completo de como fazer o perfume contratipo Dolce Gabbana em casa!

Créditos: Thais Paniguel

PostHeaderIcon Utilidades da glicerina

Usos tradicionais:

Medicamentos: Na composição de embalagens e de fármacos.

Alimentos: Mantém a umidade de vários produtos.

Cosméticos: Evita o ressecamento de cremes, loções e sabonetes.

Tecidos: Amacia e flexibiliza as fibras.

Papel: Usada como plastificante para elevar a resistência e a maleabilidade.

Explosivos: Faz parte da nitroglicerina utilizada na fabricação de dinamite.

Tabaco: Torna as fibras mais resistentes e evita o ressecamento das folhas.

Lubrificantes: Na lubrificação de máquinas e equipamentos industriais.

Tintas: Também presente na composição de vernizes e detergentes.

Novas aplicações:

Alimentação animal: Na composição de rações para porcos, frangos e bovinos.

Supressor de poeira: Convertida em pó, é pulverizada sobre vagões de minério de ferro.

Eletricidade: Usada como combustível em caldeiras para geração de energia elétrica e calor.

Plástico: Transformada em propeno para uso na fabricação de embalagens, fraldas e peças automotivas.

Bioaditivos: Na produção de aditivos anticongelantes e antioxidantes para gasolina e biodiesel.

Etilenoglicol: Na composição de etilenoglicol empregado como anticongelante nos radiadores automotivos.

Propanodiol: Convertida em propanodiol na formulação de vários produtos industriais.

Etanol: Por processos biotecnológicos, é transformado em combustível automotivo.

Referência: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 196, pags.60 e 61


PostHeaderIcon Compostos químicos que causam destruição do Ozônio

       “O recente aumento nos níveis de cloro e bromo estratosféricos é devido principalmente à emissão para a atmosfera de compostos orgânicos contendo cloro e bromo que são antropogênicos, isto é, produzidos pela atividade humana. Os compostos específicos responsáveis são aqueles que não têm um sumidouro troposférico, isto é processo de remoção natural. Após alguns anos sendo transportados pela troposfera, eles começam a difundir-se na estratosfera, onde finalmente sofrem uma decomposição fotoquímica por meio da radiação UV-C procedente do sol; como consequência dessas reações, seus átomos de halogênio são liberados.

        A variação na concentração total de átomos de cloro e bromo, expressa como o equivalente de cloro em termos de poder de destruição de ozônio, no decorrer do último meio século com projeção até o final do século XXI. O pico máximo de concentração equivalente , cerca de 4 ppb, ocorreu no final da década de 1990, sendo cerca de quatro vezes maior que o nível de metila e bromos de metila emitidos no mar.

    O recente aumento do cloro estratosférico é devido principalmente ao uso e à emissão de clorofluorcarbonetos, compostos que contêm flúor, cloro e carbono, e que são chamados de CFCs. Na década de 80, cerca de 1 milhão de toneladas foram emitidas por ano na atmosfera. Esses compostos são atóxicos, não-inflamáveis, não reativos e possuem propriedades úteis de condensação. Considerando essas características, foi encontrada uma grande variedade de utilização de usos. Existem vários CFCs de importância comercial, os mais conhecidos são os de nomenclatura 11 e 12.

     O CFC-12, que é puro, é gasoso a temperatura ambiente, mas é facilmente liqüefeito sob pressão. A partir de 1930 foi utilizado como fluido circulante em refrigeradores, substituindo os gases tóxicos amônia e dióxido de enxofre. O CFC-11, é um líquido que ferve próximo a temperatura ambiente. Ele foi usado para gerar os vazios em espumas moles, tais como almofadas, travesseiros e bancos para automóveis.

   Ambos, o CFC-12 e CFC-11, foram extensivamente empregados como propelentes em embalagens pulverizadoras de aerossóis. Devido a seu efeito sobre a camada de ozônio, esse uso foi praticamente eliminado ao final dos anos 70 nos EUA, Canadá, Noruega e Suécia. Contudo continuou em outras partes do mundo. Ao final da década de 80, esse uso constituiu cerca de um quinto do consumo mundial de CFCs, sendo a maior fonte individual de CFCs emitidos na atmosfera.

      Os CFCs não possuem sumidouro troposférico, portanto todas as suas moléculas atingem finalmente a estratosfera. Esse processo de transporte vertical na atmosfera não é afetado pelo fato de que a massa de tais moléculas seja maior que a massa molecular média do nitrogênio e oxigênio do ar, porque a força diferencial da gravidade é muito menor que aquela devido as colisões constantes com outras moléculas, que tornam aleatórias as direções até das moléculas pesadas.

       Por meio de tal transporte, as moléculas de CFCs migram finalmente para as partes médias e superior da estratosfera, onde existe radiação. Os CFCs absorvem componentes da luz solar. Pelo fato de o deslocamento vertical ser lento, seus tempos de vida atmosféricos são de 60 anos em média para as moléculas de CFC-11 e de 105 anos para os CFC-12. O CFC-11 é decomposto fotoquimicamente a altitudes menores que o CFC-12, tendo por maior capacidade destruir o ozônio em altitudes estratosféricas baixas, onde a concentração de ozônio é maior.”

FONTE: Química Ambiental – Baird C. / 2º Edição – Editora Bookman